Conhecem o meu livro? Podem ver a sinopse, capa e ler o primeiro capitulo em www.nunotavares.com/reserva.html
Profissionalmente sou webdesigner. Como hobby, sou escritor e tenho um site na net em www.nunotavares.com onde publico os meus livros. Este espaco no hi5 acaba por ser uma forma de dar a conhecer o meu trabalho de escrita a todos os que gostam de ler e escrever. Se quiserem saber mais, podem contactar-me por aqui, pelo meu site ou pelo email nstsite@hotmail.com
Interests
Literatura, Escrita, Fotografia, Design, entre outras coisas.
Favorite Music
Queen e Genesis, entre outros.
Interpretes/Bandas actuais preferidos(as): Zero 7, Muse, Novastar, Outlandish, Genesis, Queen, Katie Melua, Robbie Williams, Anastasia, Alanis Morrissete, Within Temptation, Scissor Sisters, Moby, Muse, Kaiser Chiefs, entre muitos outros (estes sao os que me recordo agora)
Musica preferida: Unintended (Muse) e Never Back Down (Novastar). Sao duas musicas que se transformaram no hino de algo muito bonito que me aconteceu e que partilho com alguem muito especial.
Album preferido: The Way We Walk - Genesis Live
Favorite Movies
Entre muitos, o Senhor dos Aneis
Favorite TV Shows
Prision Break, Perdidos e CSI
Favorite Books
Para alem dos meus :) gosto dos livros de Michael Crichton, Eça de Queirós, Julio Dinis, Bernard Cornwell, Marion Zimmer Bradley, George R. R. Martin, John Grisham, Clive Cussler, Danielle Steel, Jackie Collins, Tolkien, entre muitos outros autores.
Favorite Quote
Ha muitas pessoas lindas aos olhos, mas sao raras as que sao lindas ao coracao. (Nuno Tavares)
Era tão estranho, quanto o poderia ser, ver chuva às portas do Verão. As gotas grossas batiam no pára-brisas do carro, esborrachando-se e multiplicando-se em gotinhas pequenas. O calor... esse continuava. Ali estava eu, ao volante, sozinho no interior de um Megane Coupé vermelho que não era mais que um de muitos veículos parados na ponte Vasco da Gama. Ia a caminho de Alverca, onde deveria treinar ao fim da tarde. Saíra cedo de casa com a ideia de passar pela dos meus pais em Lisboa. Mas com aquele engarrafamento, teria de ir directo a Alverca. O rádio tocava uma balada temporariamente nos tops. Quando andamos muito de carro e às mesmas horas, acabamos sempre por ouvir as mesmas músicas. E as escovas que limpavam o vidro, faziam um som cadenciado que acompanhava a música. O carro da frente andou dois metros e o meu também. Solitário naquele pára-e-arranca, dei comigo a pensar na vida... Desde pequeno que o meu sonho era ser jogador de futebol. Acho que desde o primeiro dia em que chutei uma bola que o meu destino ficou traçado. Lembro-me de com três anos andar atrás de uma bola de plástico atirada pelo meu pai nos relvados do Estádio Universitário. Ainda guardo algumas fotos dessa altura, eu com a minha mãe e o meu pai a bricarem comigo, fazendo-me sentir no meu mundo de três anos que era um “febelista”. A minha irmã é que não gostava de futebol. Ainda hoje não gosta... Mais uns metros para a frente e nova paragem. A chuva caía e continuava a cair. Desliguei o rádio e fiquei a ouvir as escovas com o coro de buzinas dos mais impacientes. Peguei no telemóvel e liguei ao meu pai. ─ Pai! Tás bem... A mãe?... Ainda bem. E a Manuela? A Manuela é a minha irmã que sempre detestou futebol. Era dois anos mais velha que eu. Advogada conceituada, sócia de um escritório de três com bastante sucesso no meio. Divorciada de um marido problemático e mãe de uma menina linda de seis anos, a minha sobrinha Cibele. Depois do divórcio, Manuela voltou para casa dos meus pais com a Cibele. Tornara-se a forma mais confortável de ultrapassar a situação e de ter quem cuidasse da pequenina na sua ausência. ─ Hoje não vai dar para passar por aí. ─ disse eu. ─ Nem para jantar? Temos muitas saudades tuas. ─ insistiu. ─ Vou tentar... Tinha saudades de todos eles. Desde que comprara casa em Alcochete que raramente os visitava. Telefonáva-lhes quase todos os dias, mas só isso não chegava. Olhei para o relógio e fiquei impaciente, pois dentro de uma hora tinha de estar no relvado do Alverca a treinar. Lembrar-me que tudo começara há dezoito anos... Tinha nove anos quando o meu pai me levou aos treinos de captação do Atlético. Tudo porque eu não me calava que queria jogar à bola. E numa manhã de Sábado, o meu pai leu n’A Bola que no dia seguinte pela manhã aquele clube ia fazer as provas. Sempre desejara jogar no Benfica, mas havia que começar por algum lado. Parece que foi ontem. Eu com uma camisola “10” da selecção nacional, que o meu pai comprara na feira de Carcavelos, e onde a minha mãe cosera o nome do Futre, o meu ídolo na altura. Acompanhado pelos meus pais e pela minha irmã, lá fomos ao campo do Atlético, lá para os lados de Alcântara. A primeira visão foi assustadora. Havia tantos putos da minha idade e mais velhos no relvado, distribuidos por meia duzia de treinadores que parecia quase uma lotaria ser escolhido. Os meus pais desejaram-me sorte, naquele tom paternal de quem diz “vai lá e não fiques triste por não ser escolhido”. A minha irmã continuava agarrada a duas barbies louras a quem mudava sucessivamente de vestidos e fingia que andavam, fazendo-as dar pulinhos. Fizemos várias provas, conforme nos iam indicando os treinadores. Cerca de uma hora em fintas, habilidades técnicas e um sem numero de coisas que supostamente nos avaliariam. Ao fim daquele bocado, a rapaziada voltou para junto dos familiares e amigos que os tinham acompanhado. Os técnicos reuniram-se alguns minutos no relvado, isolados dos putos barulhentos. Alguns rostos infantis denotavam a ausência de esperança de ficar, outros vangloriavam-se de já estarem garantidos. Eu mantive-me impávido, olhando para os individuos de fato-de-treino, mal sentindo as palmaditas nas costas dos meus pais e os “foste muito bem” e “parabéns” e “estamos muito orgulhosos de ti”. Um deles afastou-se do grupo e dirigiu-se a todos nós. Parou de forma a que todos o pudessemos ver e escutar com atenção. Deu os parabéns a todos e lamentou o facto de só poder escolher alguns. Sentia as pernas a tremer e um nó na garganta. O homem de boné da Adidas com o emblema do clube, segurava um bloco no braço esquerdo e seguia os nomes da lista com uma caneta que empunhava com a mão direita. Começou a chamar o eleitos. Cada vez que a sua voz se iniciava, eu ansiava na esperança de ouvir o meu nome, para logo de seguida vir a frustração de ouvir o de outro. “Ivan Pedro”, disse o homem.
Que o seu brilho se renove a cada dia e que você continue encantando àqueles que fazem parte de sua vida. Que seus sonhos tornem-se realizações e que a Felicidade seja uma constante em todos os momentos de sua vida. Beijosss
Quase, quase a fazer aninhos, jé neste Sábado não é? 19 de Setembro...já falta pouco, espero que a minha cabeça funcione bem neste dia para te dar os Parabéns e não me esquecer, a ver vamos, já não prometo nada! Mas não é por mal, é simplesmente pq a minha vida está como está.E o trabalho que é muito vai-me anestesiando...um grande beijinho! Xixau amigo! ;)
Pois, eu não tenho msm uma foto ctg! Que falha tão grande! Mas na grande festa do Olho Marinho vamos remediar a situação e tiramos 500 000 fotos só p compensar!
E TU CONHECES O MEU LIVRO " ACTO DE CONTRIÇÃO"? PRÓXIMA APRESENTAÇÃO NA FEIRA DO LIVRO EM OVAR, DOMINGO, 28 DE JUNHO -18.30HORAS- FRENTE BIBLIOTECA MUNICIPAL. COMPARECE E TRAZ AMIG@S TB.!