Meus Parabéns... UM FELIZ ANIVERSÁRIO, felicidades, paz, amor, saúde, prosperidade, muitas realizações em sua vida, muita luz, sucesso... Tudo de bom!!!!!
Desculpe a ousadia mas gostaria de o convidar para o lançamento do meu livro.
A autora Conceição Bernardino e a Editora Mosaico de Palavras, têm a honra de convidar V.Exas. a estar presente na sessão de lançamento do livro “Linhas Incertas”, que terá lugar no próximo dia 30 de Maio, pelas 15.00 horas, na Casa Museu Teixeira Lopes, na Rua Teixeira Lopes, 32 – V.N.G (perto da Câmara de Gaia).
Prefaciado pela Doutora Goreti Dias
Os textos de Conceição Bernardino não escapam à descoberta de um determinado ponto de vista, ou seja, ao inevitável pressuposto de um sujeito, já que não existe uma análise absolutamente neutra, sem indivíduo. Cada poema é uma situação de comunicação em que a subjectividade dá lugar à apresentação claramente incisiva de alguém que gira nas esferas de valores observadas e colhidas na sociedade, ciência, moral e arte, a reflexão de um acto de conhecimento da autora em contacto com o mundo real, as suas injustiças, guerras e desamores. (…)
A poesia de “Linhas incertas” tem uma força imagética que nos roça a pele e penetra a carne, uma magnitude que, poesia dentro, se faz a cada verso mais crua, mais real. A presença de predadores na esquina dos desprevenidos, dos simples e dos desprotegidos! Da passividade à actividade, o sujeito da enunciação instiga “Crentes do nada, do vazio, levantai a cruz,/que a morte cala todos os dias...” em “ Sexta-feira Santa”; as palavras oferecem-se à partilha da dor: “Sou um pedaço de carne/que atiram aos cães”, em “Retirem-me estes cadeados”.
A apresentação da obra será feita pela escritora Rosa Maria Anselmo
Desculpe a ousadia mas gostaria de o convidar para o lançamento do meu livro.
A autora Conceição Bernardino e a Editora Mosaico de Palavras, têm a honra de convidar V.Exas. a estar presente na sessão de lançamento do livro “Linhas Incertas”, que terá lugar no próximo dia 30 de Maio, pelas 15.00 horas, na Casa Museu Teixeira Lopes, na Rua Teixeira Lopes, 32 – V.N.G (perto da Câmara de Gaia).
Prefaciado pela Doutora Goreti Dias
Os textos de Conceição Bernardino não escapam à descoberta de um determinado ponto de vista, ou seja, ao inevitável pressuposto de um sujeito, já que não existe uma análise absolutamente neutra, sem indivíduo. Cada poema é uma situação de comunicação em que a subjectividade dá lugar à apresentação claramente incisiva de alguém que gira nas esferas de valores observadas e colhidas na sociedade, ciência, moral e arte, a reflexão de um acto de conhecimento da autora em contacto com o mundo real, as suas injustiças, guerras e desamores. (…)
A poesia de “Linhas incertas” tem uma força imagética que nos roça a pele e penetra a carne, uma magnitude que, poesia dentro, se faz a cada verso mais crua, mais real. A presença de predadores na esquina dos desprevenidos, dos simples e dos desprotegidos! Da passividade à actividade, o sujeito da enunciação instiga “Crentes do nada, do vazio, levantai a cruz,/que a morte cala todos os dias...” em “ Sexta-feira Santa”; as palavras oferecem-se à partilha da dor: “Sou um pedaço de carne/que atiram aos cães”, em “Retirem-me estes cadeados”.
A apresentação da obra será feita pela escritora Rosa Maria Anselmo
Nas escadas, Que temos que subir Para chegar ao cimo, Ao cume Há degraus que faltam Que não existem Que nos dificultam a subida. Por vezes… Nos desencorajam Nos demovem De continuarmos nesse rumo Nessa epopeia De subirmos ao topo, Ao cimo da montanha. Esses degraus que faltam Que não existem Não deixemos que impeçam, A nossa vontade A nossa determinação! De conquistarmos o topo O tecto Da nossa felicidade.
O tempo não espera por nós É muito apressado Não tem tempo para esperar. Um dia, é demasiado tempo E ao mesmo tempo Tempo nenhum. Temos que agarrar o tempo Ou ficamos…sem tempo algum.
Debruço-me no pontão, Junto ao Mar Olhando a sua imensidão, E imponência As suas vagas, de rara beleza Rebentam na areia É manhã cedo Uma densa neblina, Começa a formar-se Transformando todo aquele azul do Mar… Num imenso manto branco De uma beleza indescritível Descomunal! Fiquei ali, durante algum tempo Contemplando o bailado das gaivotas Sobre o mar Arrefece rapidamente Um pequeno arrepio Corre pelo meu corpo Estremeço! Decido então ir embora Mas ao sair daquele pontão Olho uma vez mais para o horizonte E despeço-me Daquele manto branco Junto ao Mar.
O que separa as pessoas não é a distância É a indiferença. Há pessoas que estão juntas Mesmo separadas geograficamente Há outras separadas Vivendo juntas Debaixo do mesmo tecto. A indiferença Mata lentamente Aniquila qualquer sentimento Criando distâncias Fazendo gelar corações Mesmo estando essas pessoas Tão próximas de nós.
Poesia…é jogar com as palavras Como jogamos à bola Com o arco, ou ao pião. Ao contrário desses jogos Que de tanto jogar se gastam Jogar com as palavras, não. Quanto mais se joga com elas Essas palavras singelas Nunca poderão acabar. Poesia…é um jogo de emoções Que Faz pulsar corações Jamais se podem gastar!